Crónicas do autor:

Editorial

Dono, culpado e vítima

O historiador José Hermano Saraiva comentava, há alguns anos atrás, num dos seus programas televisivos que existiam dois quadros famosos sobre a retirada do exército de Napoleão da Rússia: um quadro da autoria de um pintor francês com a imagem de um ...

O regresso ao consenso

O ano que agora termina não deverá deixar saudades. Começou por gerar alguma expetativa de sinal positivo com o fim do programa de ajustamento e o regresso de Portugal aos mercados, mas resvalou para uma maré negativa, com uma sucessão de ...

Regresso ao crédito barato

Depois do “boom” do crédito da década passada, onde era relativamente fácil obter financiamento para o consumo e investimento, a crise financeira inverteu o cenário, que passou a ser de crédito caro e difícil. As taxas de juro dispararam ...

Uma economia confusa

Não bastava a incerteza decorrente da resolução do BES e as consequências difíceis de prever sobre o sistema bancário e sobre as empresas. Nos últimos dias sucederam-se factos negativos e contraditórios que acentuam a fragilidade da recuperação da ...
Nota de fecho

Fama sem proveito

Portugal é um país onde, por razões culturais e falta de controlo do Estado a evasão fiscal atinge níveis muito superiores à média dos outros países. Certo?  … Errado! Os últimos dados da Comissão Europeia revelam precisamente o contrári ...

Pedir o impossível

A apresentação da proposta de Orçamento de Estado para 2015 reflete a contradição transversal à classe política e à sociedade em geral. Queremos um nível alto de despesa pública para que o Estado cumpra bem o seu papel na vertente social e na ...

“Mon ami” Draghi

Há poucos dias atrás, Mário Soares lamentava publicamente o colapso do Grupo Espírito Santo, recordando o empenho pessoal que teve ao trazer novamente para Portugal o grupo financeiro que tinha sido expulso do nosso país, após as nacionalizações em ...

Um ajuste direto

A venda da companhia de seguros Tranquilidade ao fundo norte-americano Apollo mediante uma contrapartida líquida de 44 milhões de euros terá sido o último ato de gestão da equipa de Vitor Bento que se demitiu da administração do Novo Banco.
NOTA DE FECHO

Os bons, os maus e os feios

Ao contrário do que inicialmente o Banco de Portugal e o Governo diziam, a intervenção no BES é pesada e acarreta custos consideráveis para os acionistas, credores, clientes, fornecedores e colaboradores do banco.

Um programa inacabado

 No livro “Testemunho de um banqueiro”, publicado algum tempo antes do colapso do Banco Privado Português, João Rendeiro transcreve, com alguma dose de ingenuidade, o comentário feito por um profissional estrangeiro da banca, quando ...

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